04 julho 2010

Tempos que não voltam mais

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Eu estava dando uma olhada na internet, e me encantei com a inocência deste vídeo, eu não vivi neste tempo mais gostaria de ter vivido, namorar nessa época era dose, mais tenho certeza que era muito melhor, é só olharmos os casamentos de antigamente, a grande maioria está firme até hoje, a outra minoria a morte foi o motivo da separação.
Neste época as mulheres ganhavam flores, os homens faziam serenatas de amor, se namorava na sala junto com os pais, e namoro não durava muito tempo não, logo vinha o casamento.
Hoje já não existe todo esse romance, tudo é muito rápido quando mal se percebe o namorado já esta dormindo na casa da namorada e vice e versa, não que eu seja contra até por que eu também sou dessa época, mais antigamente a paixão era paixão com o tempo certo virava amor que acontecia com a convivência, e o casamento era levado muito a sério, até que a morte os separe.  E a tecnologia nossa essa mudou demais...
Os idosos acham que o mundo de “hoje em dia” é mais violento, mais corrompido, mais esvaziado de valores do que o mundo de “antigamente”; acreditam que os jovens de “hoje em dia” não têm a consciência e a participação política dos jovens de “antigamente” e, com grande freqüência, valem-se de exemplos lúdicos dos tempos de “antigamente” para desqualificar as diversões tecnológicas tão caras aos jovens de “hoje em dia”.
O filho que um dia terei nascerá num mundo dominado pela tecnologia digital. Das fotos aos vídeos, das fotocópias aos textos, das músicas aos caixas de supermercado e balanças das farmácias, tudo obedecerá (como já obedece) o mesmo sistema de digitalização de dados, deixando a velha mecânica de lado.
Toda essa tecnologia ajuda muito, mais também distancia as pessoas, antigamente as pessoas se visitavam mais se abraçavam muito mais, eram bem mais solidárias, hoje tudo isso é virtual são poucas as pessoas que ainda tem tempo para o convívio sadio com a familia e amigos, pensando nos filhos que ainda eu terei,  tentarei ensinar valores pois estes para mim vale muito mais é eles que aquecem o coração, pois sou como os de antigamente que não entende o ditado da era digital.

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Eu às vezes não entendo! As pessoas em um jeito De falar de todo mundo Que não deve ser direito. Aí eu fico pensando Que isso não está bem. As pessoas são quem são, Ou são o que elas têm? Eu queria que comigo Fosse tudo diferente. Se alguém pensasse em mim, Soubesse que eu sou gente. Falasse do que eu penso, Lembrasse do que eu falo, Pensasse no que eu faço Soubesse por que me calo! Porque eu não sou o que visto. Eu sou do jeito que estou! Não sou também o que eu tenho. Eu sou mesmo quem eu sou! Pedro Bandeira
 

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